22 fevereiro 2012

Sócrates, no Instituto Celeste de Pitágoras

O Espírito Irmão X, no capítulo 25 ("Sócrates"), de Crônicas Além-Túmulo, por Francisco Cândido Xavier, oferece-nos alguns dados para a nossa reflexão. Percebemos que a tônica do pensamento de Sócrates, mesmo depois de todos esses séculos, ainda funda-se na consciência de si. Em todas as suas respostas, vale-se da comparação entre o estado atual da humanidade e a distância para com o perfeito conhecimento de si mesmo.  

Para Sócrates, os homens da Terra ainda não se reconheceram a si mesmos; ainda são cidadãos da pátria, sem serem irmãos entre si. Por isso, acha inútil enviar ao mundo suas mensagens benevolentes e sábias. Acrescenta que, mesmo entre os filósofos,  as suas verdades não seriam reconhecidas, pois eles mantêm o pensamento cristalizado no ataúde das escolas.

Em suas explicações, faz uma indagação: não crucificaram, por lá, o Filho de Deus, que lhes oferecia a própria vida para que conhecessem e praticassem a verdade? 

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