17 junho 2012

Assistência Espiritual como Promoção da Harmonia do Ser


Nesta reflexão, enfatizamos que a teoria deve vir antes da prática, pois podemos confundir os meios com os fins. O fim último do Espiritismo é a evangelização do ser humano. Os passes, a doutrinação de Espíritos e os trabalhos de assistência social são os meios. Eles complementam a teoria, os princípios fundamentais codificados por Allan Kardec.

Em sentido amplo, a Assistência Espiritual já se apresenta na criação dos Espíritos, em que os operários espirituais vão guiando  ser humano até que ele possa adquirir o pensamento continuo, a razão e o livre-arbítrio, onde começa a responder por seus atos. E nem por isso deixa de receber o amparo dos benfeitores do espaço.  

Para que haja Assistência Espiritual, há necessidade de termos: Espíritos superiores, os médiuns e a intenção destes, pois os Espíritos superiores estão sempre prontos a nos ajudar, mas se o intermediário ( médium) não oferecer condições adequadas (intenção), eles terão mais dificuldade de transmitir os seus eflúvios energéticos.

Num Centro Espírita, somos condicionados a aceitar que uns trabalhos são mais fortes que outros, como por exemplo, o trabalho de desobsessão. Puro engano. Acreditamos que as palestras doutrinárias, principalmente a denominada Palestra A2, essencialmente evangélica, é o trabalho mais forte de todos, pois nela são ventiladas sugestões para uma mudança comportamental, a única via capaz de nos libertar da presa dos Espíritos obsessores. 


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