16 agosto 2012

Inspiração Mediúnica no Livro Medicina e Alquimia


Dr. Marcio Bontempo é médico, com formação em homeopatia, medicina ortomolecular, nutrição e saúde publica. Não se diz espírita, mas reconhece a influência dos Espíritos nas suas ideias e nos livros que já escreveu.

Na apresentação do livro Medicina e Alquimia: Mea Opera Medica, de sua autoria, explica todo o processo mediúnico que resultou na publicação da obra. Inicialmente, mostrou-se arredio à força inspiradora, até que um dia um espiritualista lhe disse que aquilo que escrevia não era da sua cabeça, mas vinha por influência de Espíritos. Depois disso, pesquisou o assunto, consultou os livros de Francisco Cândido Xavier e passou a confiar mais na mediunidade.

Alguns trechos de sua apresentação:

“Não sou espírita, mas coloco-me como um eclético, livre-pensador e estudioso de todas as religiões e filosofias”.

“O velho (espírito) dizia que, embora eu fosse despreparado e obtuso, teria a incumbência de receber o material referente a um livro que ele havia escrito e não pudera publicar. Segundo ele, seus mestres afirmavam que ‘haveria uma época certa para que a obra viesse à luz e fosse oferecida à humanidade’”

“O certo é que me dirigi feito um autômato para o computador e como que perdi a consciência”.

“O ‘velho’, num dos textos, identificou-se como Dr. Martius Gutezeit, um médico alquimista que vivera na Alemanha aproximadamente entre 1650 e 1780. Fora perseguido pelos colegas e pelas autoridades por causa de suas críticas e opiniões relativas à classe médica, à medicina e à mentalidade de sua época. Assim como Vesalius, Seruetus, Harvey e outros, tinha sido obrigado a mudar-se constantemente para escapar à perseguição dos acadêmicos, aliados do clero feroz, sempre a ameaçar os ‘hereges’ com a fogueira da inquisição”.  

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