30 outubro 2013

Depredações e Espiritismo

Presentemente, estamos assistindo às manifestações de rua, com depredações do patrimônio público e privado: quebra-se, destrói-se, queima-se o que aparecer pela frente. Alguns políticos, artistas e pessoas da rua estão embarcando nesse movimento. Nós, porém, devemos resistir a qualquer tipo de incitação à violência. Antes disso, enviemos pensamentos de sustentação, de equilíbrio, de harmonia, pois todos fazemos parte da humanidade, todos somos irmãos em Cristo Jesus. 

A neurolinguística e a psicologia positiva pedem para reprogramarmos os nossos circuitos cerebrais. Observe a permanência do nosso pensamento nos discursos de pessoas más, nas ingerências da maledicência, nas extravagâncias do sexo, nos atos de violência. Queiramos ou não, essas imagens ficam gravadas em nosso subconsciente: a qualquer momento elas podem acessar o nosso consciente.  

Se estivermos programando o envio da boa nova de Cristo, dos exemplos salutares dos grandes pensadores da humanidade, dos pressupostos da Doutrina Espírita, estaremos formando um cérebro novo, um novo padrão vibratório. Tenhamos ou não consciência, as nossas projeções mentais deslocam-se no tempo e no espaço à busca de quem possa influenciar. Por isso, veiculemos sempre pensamentos elevados, pensamentos que constroem: mesmo que não forem recebidos por ninguém, eles acabaram formando a nossa atmosfera espiritual.

As mensagens espíritas ajudam-nos sobremaneira. Nesses momentos infelizes, abramos alguns livros, como por exemplo, "Pão Nosso", "Vinha de Luz", "Fonte Viva", "Caminho, Verdade e Vida" e "O Evangelho Segundo o Espiritismo". Neles, descobriremos sugestões mentais importantes para o nosso reconforto moral e espiritual. Além disso, nós que frequentamos uma Casa Espírita, temos os recursos dos passes, das palestras evangélicas, dos encontros e das discussões em grupo. 

Lembremo-nos do primeiro culto cristão no lar, feito por Jesus na casa de Pedro. Querendo imprimir novo rumo à conversação que se fizera improdutiva e menos edificante, tomou os Escritos Sagrados e começou a dialogar com as pessoas, no sentido de fazê-las pensar sobre coisas profundas e essenciais ao nosso desenvolvimento moral e espiritual. Hoje, muitas famílias seguem essa prática, pois ela proporciona momentos de convívio à luz dos ensinamentos evangélicos.

Estejamos sempre exercitando as boas visualizações mentais. Além de ajudar o nosso equilíbrio, é fonte de luz para os demais irmãos de jornada. 



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