15 janeiro 2018

Jerusalém

Jerusalém, capital de Israel, sempre foi palco de combates e guerras, a maioria por questões religiosas, pois tanto os judeus como os cristãos e os muçulmanos consideram-na sagrada.

Jerusalém é sagrada para os judeus porque nos templos bíblicos, o filho de Davi, rei Salomão, construiu o primeiro templo judeu na cidade. É sagrada para os cristãos por causa das passagens de Cristo e, também, pela sua crucificação. Embora seja a terceira cidade sagrada, depois de Meca e Medina, na Arábia Saudita, os muçulmanos acreditam que Maomé, o fundador da religião, tenha subido aos céus em Jerusalém. 


Os sabás, em Jerusalém, são distribuídos da seguinte forma: Sexta-feira (muçulmanos), sábado (judeus) e domingo (cristãos). Quanto aos lugares sagrados, temos: Muro das Lamentações (dos judeus), a igreja do Santo Sepulcro (dos cristãos) e o Santuário da Pedra (dos muçulmanos). Eles se encontram na Cidade Velha.


A história de Jerusalém, desde 1 000 a.C., é retratada pelas constantes guerras em que os judeus ora possuem as terras e ora são despojados delas. Resumo do perde-ganha de Jerusalém: em 587 a.C., o templo de Jerusalém é destruído; em 538 a.C., reconstruído. Em 400 a.C., o controle do templo passa para os sacerdotes; em 165 a.C., reconquistam-no. Em 63 a.C., Jerusalém caiu nas mãos dos soldados romanos; em 70 d.C., reconquistam-no...


Por que não chegam a um acordo? Pelo egoísmo e vaidade da alma humana? Provação coletiva? 


Fonte de Consulta


ENCICLOPÉDIA DELTA UNIVERSAL

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