14 agosto 2009

Furto no Centro Espírita

Em que se fundamenta o furto no Centro Espírita? Onde estavam os protetores espirituais? Eles não nos ensinam que há uma barreira vibratória em torno do Centro? É possível que seja reflexo das vibrações menos felizes dos frequentadores do Centro? Se o acaso não existe, onde está a causa? Seriam os vícios da sociedade penetrando o recinto sagrado? Como analisar este assunto sob a ótica espírita?

O furto e o roubo são atos corriqueiros para muitas pessoas em nossa sociedade. A mídia, todos os dias, relata casos e mais casos, muitos acabando em morte. Dizem que as pessoas roubam para comprar drogas. Nesse caso, as drogas estão acabando com os jovens, pessoas que deveriam viver mais tempo que os mais velhos. Mas, muitos deles já estão mortos aos 18 anos de idade.

O que fazer? Em vez de nos lamentarmos com o ocorrido, devemos meter mãos à obra, ou seja, trabalhar mais e mais na divulgação da Doutrina Espírita e dos princípios morais trazidos por Jesus há mais 2000 anos. A proteção espiritual existe e sempre existirá. Cabe-nos ver que não estamos imunes aos hábitos nocivos da sociedade. É possível que o prejuízo tivesse sido maior. Quem sabe eles, os protetores do espaço, não auxiliaram nesse sentido, deixar que o ocorrido tivesse o mínimo de prejuízo material?

Entendemos, também, que devemos reforçar a proteção espiritual do imóvel. Para tanto, irradiemos muita energia espiritual ao derredor do Centro, para que as mentes menos avisadas passem de largo e não sintam vontade de penetrar no recinto, no sentido de furtar este ou aquele objeto, tais como, computador, máquina fotográfica e aparelhos de som.

Nenhum comentário: