29 junho 2011

Mediunidade e Desenvolvimento Pessoal

Pela ideoplastia, “o pensamento pode materializar-se, criando formas que muitas vezes se revestem de longa duração, conforme a persistência da onda em que se expressam”. (Espírito André Luiz)

Vivemos no meio de um emaranhado fluxo energético. Estamos em constante sintonia com os Espíritos que pensam e sentem como nós. Muitas vezes, sem o percebermos, somos médiuns desses Espíritos. Como as suas influências são sutis, expressamo-las pela nossa boca, transparecendo que são nossas próprias ideias.

Como fazer para que essas influências venham de Espíritos superiores? Mudando nossos hábitos e nossas atitudes. Um exemplo: como entrar em contato com Espíritos de luz, se nossas ideias são chulas e grosseiras? Primeiramente, temos que nos livrar dessas ideias improdutivas; depois, esforçarmo-nos para adquirir um padrão de pensamentos mais elevados. Largando o habitual, credenciamo-nos ao inabitual; renunciando ao conhecido, criamos condições para o desconhecido; desprezando o ter, caminhamos para o ser.

Renunciando ao que temos, deixamos o nosso pensamento livre para a criatividade. Criatividade é deixar a mente aberta àquilo que nela for depositado. Em realidade, não somos nós que vamos ao encontro das ideias; são elas que vêm ate nós e encontram a nossa mente aberta para recebê-las. Se estivermos chafurdados no crime, na desilusão e no diz-que-diz do momento presente, não estaremos aptos a captá-las na sua totalidade. Uma mente aberta produz sempre frutos sazonados.

Agarrarmo-nos ao velho, ao passado, é impor obstáculos à vinda do futuro. Para tanto, devemos nos desligar de tudo o que não fizer parte de nosso projeto de vida. Nesse caso, um “não” é mais instrutivo do um “sim”.

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