25 dezembro 2011

Mediunidade e as Bagatelas da Vida

O Espírito Humberto de Campos (Irmão X), no capítulo 4 (“O Faroleiro Desprevenido”), do livro Contos e Apólogos, psicografado por Francisco Cândido Xavier, estimula-nos a refletir sobre a bondade do coração e a responsabilidade social.

O soldado Teofrasto, fora designado como faroleiro na expedição de Sicília, a fim de orientar as embarcações em zona de perigo: rochedos pontiagudos, despenhadeiros.... Como tinha um bom coração, atendeu aos pedidos particulares de óleo de lavradores e donas de casa. A reserva de óleo que deveria durar 12 meses acabou em 2 meses. O farol apagado ocasionou diversos acidentes no mar. Houve perda de vidas.

Esta historia serviu para fazer uma analogia com o médium, que é o faroleiro das possibilidades divinas. “Quanto deles perdem a oportunidade de serviço vitorioso pela prisão indébita nos casos particulares que procedem geralmente de bagatelas da vida?



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