22 janeiro 2013

24º Simpósio Espírita do CEI

Realizou-se, em 21 de outubro de 2012 (domingo), das 9 às 17h30min, o 24º Simpósio Espírita do Centro Espírita Ismael, cujo tema central foi: “O Espiritismo no Brasil e Meio Século da Nossa Casa Espírita”.

Os sub-temas foram:
  • "Chico Xavier e suas Obras", por Marcelo Stanczyk 
  • "Herculano Pires e suas Obras", pela Prof.ª Heloisa Pires 
  • "Divaldo Franco e suas Obras", Miguel Sardano 
  • "Breve Histórico do Centro Espírita Ismael", por Sérgio Biagi Gregório
Caso queira assistir aos vídeos, acesse os links abaixo

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18 janeiro 2013

Judaísmo

O Judaísmo é a religião dos israelitas ou hebreus ou judeus. O documento essencial sobre o Judaísmo é o livro sagrado de Israel, o Antigo Testamento. Tanto o Judaísmo quanto o Cristianismo fazem parte das chamadas religiões universais, pois elas acreditam ter importância para todo o mundo e tentam, com maior ou menor intensidade, converter pessoas.

As principais características do Judaísmo são: há um Deus único, invisível, de natureza espiritual, exterior e transcendente ao mundo material; Deus criou o mundo do nada e cuida dele (Providência); Deus revela-se pelos profetas; o tempo é linear, progressivo e marcado por acontecimentos históricos, que se renovam nas festas e no culto; tem como objetivo a salvação da alma do crente; a circuncisão tem o significado simbólico de um sinal da Aliança outrora firmada entre Deus e Abraão.

O Judaísmo está centrado na figura de Moisés, cujo Decálogo a ele atribuído, somado às demais obras do Pentateuco se consubstanciaram no Moisaísmo ou Judaísmo, considerado a primeira grande revelação, à qual se seguira a segunda, ainda maior: o Cristianismo. Na revelação, Deus se manifesta a Moisés, cuja mensagem era dirigida a um povo, o povo de Israel, eleito por Deus para cumprir uma missão universal: a aliança de Deus com a humanidade, renovada em diferentes ocasiões.

Onde tudo começou? A Bíblia que narra a criação do mundo e dos seres viventes. Nela, consta que Adão e Eva viviam no Paraíso. Indignos, foram expulsos do Éden. Há, também, a morte de Abel por Caim. Como a maldade aumentava, Deus percebeu que o homem precisava ser salvo, pois é incapaz por si mesmo de se manter no bem. Seguiram-se as alianças com Noé, após o dilúvio, com Abraão e, por fim, revalidada com Moisés (século XIII a.C.). Tudo para ajudar o homem a se salvar do pecado.

A lenda sobre Moisés, personagem central do judaísmo, pode ser resumida nos seguintes termos: no tempo do seu nascimento, os judeus se achavam escravizados no Egito. O faraó havia determinado que todas as crianças judaicas do sexo masculino fossem mortas, Moisés, que tinha três meses de idade, foi posto num cestinho de papiro e solto nas águas do Nilo. A filha do faraó o encontrou e o levou à sua irmã mais velha, Míriam, que acabou fazendo-o chegar à sua própria mãe, para amamentá-lo. Na mocidade, matou o agressor que estava espancando um hebreu, sendo forçado a fugir para o Este do Egito. Mais tarde teve a visão da sarça ardente, no alto do monte Sinai, e de cujo interior uma voz, fazendo-se conhecer pelo nome de Jeová, o deus dos patriarcas Abraão, Isaac e Jacó, o investiria da missão de salvar o povo do cativeiro egípcio e conduzi-lo à Terra Prometida. Guiou os judeus durante 40 anos pelo deserto em busca dessa nova terra.

As atividades cristãs e muçulmanas que se seguiram ao povo judeu abriram caminho para o aparecimento da cabala e do chassidismo, ambas de orientação mística. A cabala (a partir do século XII) propõe uma leitura espiritual e não literal da Torá, ajudada por interpretações numéricas e esotéricas. Sua evolução para formas mais populares (cabala prática) está na origem (século XVIII) do chassidismo, que insiste na superioridade da espiritualidade e da piedade sobre o estudo erudito dos livros sagrados.

No Espiritismo, costumamos realçar as três revelações divinas. A primeira delas, com Moisés, deu-se no âmbito do judaísmo. Entrar em contato com a crença e os costumes dos judeus daquela época é muito valioso para uma melhor compreensão da história religiosa e filosófica que é sintetizada pelos princípios espíritas, codificados por Allan Kardec.

Fonte de Consulta

EDIPE - ENCICLOPÉDIA DIDÁTICA DE INFORMAÇÃO E PESQUISA EDUCACIONAL. 3. ed. São Paulo: Iracema, 1987.

TEMÁTICA Barsa - Filosofia. 

Palestra em PDF

Apresentação em PowerPoint

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01 janeiro 2013

Ano Novo, Vida Nova

Como fomos no ano que se findou? O que de bom ou de ruim ficou gravado em nosso passivo espiritual? As realizações deste ano, somadas às dos anos anteriores, projetam o nosso futuro e, no caso, o futuro mais próximo é o ano de 2013.

Se no passado praticamos boas e más ações, qual o procedimento para o ano de 2013? Enaltecer as "boas" e lapidar as "más". O ritual da passagem do ano serve para esta finalidade, ou seja, fazer uma reflexão sobre o que fizemos no ano (evitando todo o tipo de desculpismo para conosco mesmos), no sentido de projetar um futuro, livre do espírito de sistema e dos preconceitos. 

Projetar 2013 inclui todos os tipos de pensamentos e ações que poderão nos ocorrer: reciclar, ser mais amável, deixar um pequeno vício, ser mais cortês com o próximo, tolerar e perdoar os erros dos nossos irmãos de jornada etc.

O que nos leva a projetar um ano desta ou daquela forma? É a nossa necessidade particular de evolução. Cada um de nós está num nível diferente de progresso. Uns precisam acertar débitos do passado, outros já nem tanto. Quanto a nós, procuremos ouvir as inspirações do alto a respeito de nosso caminho a seguir. 

Em tudo o que fizermos, tenhamos em mente o seguinte: "Pensa em Deus primeiro". Se Deus fosse sempre o objetivo de nossas ações, não nos perturbaria tanto o que este disse, o que aquele comentou e o que aquele outro criticou. "Se Deus é por nós, quem será contra nós?". 

Podemos escolher diversos caminhos, mas o mais curto é aquele em que Deus está à nossa frente. Relembremos o provérbio: "Há males que vêm para o bem". O que isto significa? Que Deus, sabendo melhor o que necessitamos, veta-nos alguns desejos que poderiam nos arruinar para toda a vida. Somente depois de muito tempo, percebemos que aquela negação foi para nos desviar de males maiores e que poderiam roubar a nossa liberdade de agir. 

O trabalho de reformulação interior tem começo, mas não tem fim. Por quê? Porque fomos criados simples e ignorantes, mas "condenados" ao progresso. Quer dizer, podemos adiar a nossa evolução, mas um dia teremos que trilhar o caminho do bem, o único que nos traz a felicidade e a paz verdadeira de nossa consciência. 

Nada de pusilanimidade em 2013. Fortaleçamos o nosso psiquismo através de estudos, preces, meditações e confiança nos amigos espirituais. 

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