O dístico de abertura da Revista
Espírita (1858-1869) é: Todo efeito
tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O
poder da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito.
Trechos sobre o efeito inteligente na Revista Espírita:
Janeiro de 1859: À
S. A. o príncipe G.
“Se todo efeito tem uma causa, todo efeito inteligente deve ter uma causa inteligente. Quando vemos o braço do telégrafo produzir sinais que correspondem ao pensamento, não concluímos que ele seja inteligente, mas sim que é movido por uma inteligência. Dá-se o mesmo com os fenômenos espíritas. Se a inteligência que os produz não é a nossa, evidentemente encontra-se fora de nós”.