Mostrando postagens com marcador Espírito Emmanuel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Espírito Emmanuel. Mostrar todas as postagens

12 dezembro 2024

Homens de Fé

O Espírito Emmanuel, no capítulo 9 — “Homens de Fé”, do livro Pão Nosso, psicografado por Francisco Candido Xavier, comenta a seguinte citação evangélica: “Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha.” — Jesus. (MATEUS, 7:24.)

Nesta lição, convém estarmos cientes daquilo que tem substância, valor, contrastando com o seu contrário, que é o supérfluo, o passageiro. De nada adianta vermos os grandes pregadores do Evangelho como as expressões máximas do Cristianismo. O correto seria lembrarmo-nos de que isso somente aconteceu porque não esqueceram da vigilância indispensável ao justo testemunho.

Diante dessa lição, poderíamos perguntar quais são realmente esses homens de fé? Nesse sentido, o Mestre destaca, entre todos os discípulos, é aquele que lhe ouve os ensinamentos e os pratica. Assim, os homens de fé não são somente os palavrosos e entusiastas, mas também todos aqueles que ouvem com atenção os ensinamentos de Jesus e procuram pô-los em prática no dia-a-dia.

Ressaltemos, também, o estimado valor dos homens moderados que, registrando os ensinos e avisos da Boa Nova, cuidam, desvelados, da solução de todos os problemas do dia ou da ocasião, sem permitir que suas edificações individuais se processem longe das bases cristãs imprescindíveis.

Embora a palavra seja indispensável para a propagação da ideia evangélica, nenhum aprendiz deverá esquecer o valor do silêncio, a fim de que a ponderação se faça ouvida, dentro da própria alma, norteando-lhe os destinos.

A construção de homens de fé, dentro de nós mesmos, exige esforços hercúleos, no sentido de não nos deixarmos levar pelas facilidades da porta larga, onde imperam os vícios de todas as espécies,  e que nos conduzirão, inevitavelmente, à queda.

 

25 novembro 2024

Na Senda Escabrosa

“Nunca te deixarei, nem te desampararei.” — Paulo. (Hebreus, 13:5.)

Senda. Do latim semita, -ae, significa caminho estreito, estrada, modo de vida ou conduta. Em escolas de religião ou filosofia esotérica, um suposto percurso de progresso espiritual. Escabroso. Do latim scabrosus, significa rugoso, áspero, sujo.

Jesus Cristo deve ser o centro de nossas atenções. Ele é o governador espiritual do Planeta Terra. Nesse sentido, todos os outros Espíritos de luz devem obediência a ele. Sua relação com Deus pode ser verificada: “Jesus sempre esteve com Deus. E Deus, por sua vez, sempre esteve com Jesus. A vontade de um sempre foi a do outro"; "São um pelo pensamento — uma vez que tudo quanto o Cristo realizava e realiza ainda é sob a inspiração direta de Deus".

Os ensinamentos de Jesus podem ser encontradas nas suas parábolas, nas bem-aventuranças e nas lições que se reportam ao Reino dos Céus. Eis algumas lembranças: Quem estiver sem pecado que atire a primeira pedra; quem se elevar será rebaixado; a fé transporta montanhas, tua fé te salvou, só será livre aquele que não mais pecar, aquele que não prejudicar o seu próximo, enfim aquele que praticar a lei de Deus.

Corpo e mente. A relação que podemos estabelecer entre mente e corpo é muito simples: na mente, temos os processos e atividades que, na sua maioria, são de caráter cognitivo; no corpo, as condições, os meios para ela se expressar, principalmente através do cérebro. Cuidar bem do cérebro ajuda enormemente a manifestação de nossa mente.

O Espírito Emmanuel, nessa passagem, diz-nos que a palavra do Senhor não se reporta somente à sustentação da vida física. Elucida-nos que muito mais de pão do corpo, necessitamos do pão do espirito. O corpo sofre fome e reclama o alimento restaurador, mas as necessidades e desejos da alma provocam, por vezes, aflições desmedidas, exigindo mais ampla alimentação espiritual.

Prossegue instruindo-nos que há momentos de profunda exaustão em nossas reservas mais íntimas. As energias parecem esgotadas; as esperanças se retraem, ocasionando sombras espessas dentro de nós.  As inquietações sofridas provocam o nevoeiro velado. O Todo-Misericordioso, contudo, ainda aí, não nos deixa completamente relegados à treva de nossas indecisões e desapontamentos.

A promessa da Divina Bondade resume-se: “Nunca te deixarei, nem te desampararei”. Nem solidão, nem abandono. Os Espíritos de luz, os nossos protetores individuais, denominados anjos da guarda, embora muitas vezes ocultos, sem o som das trombetas, estão nos assessorando com a suas vibrações, as suas inspirações e seus avisos salutares.

O que se nos pede é a manutenção de nossa tranquilidade, como um relógio durante a tempestade.

Fonte de Consulta

XAVIER, F. C. Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel. Rio de Janeiro: FEB, Capítulo 41 

 

 

07 junho 2023

Educa - Lição 30 de "Fonte Viva"

 “Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” — Paulo. (1 CORÍNTIOS, 3.16)

O Espírito Emmanuel comentando este versículo do Novo Testamento, ensina-nos que:

Na semente minúscula, encontramos o tronco benfeitor; no coração da terra, as melodias da fonte; no bloco de pedra, as obras-primas de grande valor.

Contudo, o pomar reclama esforço ativo, a corrente cristalina pede aquedutos e a joia de escultura pede milagres do buril.

Fazendo uma analogia com o Espírito, diz que o Espírito traz consigo o “gene” da Divindade.

Acrescenta que Deus está em nós, quanto estamos em Deus. No entanto, para que a luz divina se destaque da treva humana, há um longo caminho de burilamento a percorrer.

Assim, somente o coração enobrecido pode vazar o heroísmo santificante, apenas o cérebro cultivado pode produzir iluminadas formas de pensamento, só a grandeza espiritual consegue gerar a palavra equilibrada.

Salienta, também, a função nobre da dor e do trabalho, que são os artistas celestes de nosso acrisolamento.

Dessa maneira, ao educar transformamos a irracionalidade em inteligência, a inteligência em humanidade e a humanidade em angelitude. Daí, então, o paraíso na Terra.



25 dezembro 2022

Cristo e Nós

“E disse-lhe o Senhor em visão: — Ananias! E ele respondeu: Eis-me aqui, Senhor!” — (Atos, 9:10.)

“Cristo e Nós” refere-se ao capítulo 17 do livro Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier.

Algumas notas deste capítulo:

Espera recíproca. Nós esperamos por Jesus e Jesus espera igualmente de nós. Nesse sentido, cada um de seus discípulos deve sincronizar o seu desejo com o desejo do mestre Jesus, para que o Evangelho possa ser disseminado no seio da humanidade.

Redenção do mundo. Nada ocorre ao acaso, sem esforço, sem trabalho. Não podemos vislumbrar um mundo redimido sem que os seus habitantes estejam redimidos.

Início do trabalho de redenção. Jesus buscou primeiramente Pedro e André; depois, formou uma assembleia de 12 apóstolos, que foram se multiplicando ao longo do tempo. Nós também podemos fazer parte desse exército, desde que nos disponhamos a seguir os seus ensinamentos.

Insistência do mestre em nossa conversão. A redenção procede do Alto, mas não se concretizará sem mãos e braços fortes para levar adiante os apelos de evangelização de todas as criaturas.

O papel de Ananias na divulgação da Boa-Nova. Depois da queda de Paulo no caminho de Damasco, foi necessário que Ananias lhe tirasse a cegueira dos olhos, a fim de que se convertesse num verdadeiro divulgador da mensagem de Cristo.

Assistência pessoal do mestre ao Paulo. Esta assistência mostra que a Humanidade não pode iluminar-se e progredir sem o Cristo. Por esta razão, o Cristo não dispensa os homens na obra de soerguimento e sublimação do mundo.

Principais afirmativas do mestre. “Ide e pregai”, “Eis que vos mando”, “Resplandeça a vossa luz diante dos homens”, “A Seara é realmente grande, mas poucos são os ceifeiros”... Essas afirmativas mostram a importância que Jesus dava à contribuição humana.

Ideia condensada. Cristianismo significa Cristo e nós.

Compilação: https://sites.google.com/view/temas-diversos-compilacao/cristo-e-n%C3%B3s

 

17 junho 2021

Padre Damiano e o Heroísmo de Alcione

O Espírito Emmanuel, em Renúnciacopyright 1942, livro psicografado por F. C. Xavier, narra o martírio, o sacrifício e o heroísmo de Alcione, Espírito já iluminado, que se predispõe a reencarnar na Terra com o objetivo de salvar a sua alma gêmea, Carlos. Este romance passa-se na França, Espanha, Irlanda e Américas, século de Luís XIV. Há um entrelaçamento de famílias, em que a mãe de Alcione, Madalena Vilamil, casada com Cirilo, é traída por Susana Duchesne, que tempos depois, torna-se esposa de Cirilo. 

O padre Damiano exerce papel importante no entrelaçamento dos personagens, pois a alma gêmea de Alcione, Carlos, é sobrinho dele. Porém, o padre Damiano não é um padre qualquer, pois mesmo seguindo a ortodoxia da Igreja, nos seus colóquios particulares, principalmente com Alcione e sua mãe, ensina-lhes sobre a pluralidade das existências, as questões das provas e expiações e a missão do Espírito encarnado.  

Alcione é a figura central do romance, Na infância, tem de cuidar da mãe, pois esta, depois de ter contraído a peste e do desaparecimento do marido, está sempre doente. No meio do caminho, aparece Robbie, portador de deficiência física, seu irmão de criação, exigindo-lhe cuidados especiais, inclusive aqueles concernentes à educação. Nesse meio tempo, o padre Carlos lhe é apresentado pelo padre Damiano, que insiste em desposá-la, mesmo que tenha que abandonar a batina.    

Num determinado momento, ao aceitar uma oferta de emprego, como serva, descobre que o proprietário do imóvel é seu pai, Cirilo, que está casado com Susana. Mesmo sabendo que ele é o seu pai desaparecido, mantém segredo sobre o assunto, pois achava que a sua missão era consolar as suas almas, principalmente a da sua esposa que, por egoísmo, praticara um ato abominável, anunciando que Madalena havia desencarnado durante a peste devastadora.  

O padre Carlos, por amor de Alcione, abandonou a batina. Procurando Alcione para propor-lhe casamento, recebe desta um apelo de adiamento, pois Alcione achava que não tinha ainda terminado a sua missão entre os seus familiares, mas tão logo se sentisse livre, iria procurá-lo. Tempos depois, com a morte de sua mãe, do seu pai e de Robbie, sente-se livre e vai em sua busca. Quando o encontra, este já está casado com outra mulher. 

Em vista disso, entra no convento. Em seus trabalhos no convento, entra em atrito com o Santo Ofício. Fica presa em condições insalubres e sua saúde se definha lentamente. Prestes a desencarnar, recebe a visita de Carlos, agora revestido de autoridade do Santo Ofício e responsável pela sua sorte na cárcere. 

 


13 novembro 2019

Número e Espiritismo

Todos sabemos o que é o número. Sua conceituação, porém, cria muitos embaraços, pois ele não é uma entidade física, mas abstrata. Neste sentido, Frege define o número como a classe de todas as classes que estão em correspondência com uma dada classe (portanto também entre si). Em se tratando da sua origem, ela pode ser encontrada nos entalhes na fíbula (osso da panturrilha) de um babuíno, cerca de 35 mil anos atrás. Para Georges Ifran, em sua História Universal dos Algarismos, os primeiros algarismos foram inventados para substituir as pedras por objetos.

Há algumas explicações fantasiosas sobre a origem dos números. Eis algumas delas: 1) os formatos dos algarismos representam tantos ângulos quanto o numeral deve indicar; 2) os formatos dos algarismos apresentam tantos segmentos quanto o numeral deve indicar; 3) os numerais eram representados por pontos que posteriormente teriam sido ligados dando origem aos nove sinais conhecidos.

Depois de inventadas as letras, houve o desejo de relacioná-las aos números, ou seja, poder-se-ia escrever números por meio delas. O domínio mágico, porém, preocupou-se mais com a soma dos valores das letras do que as letras em si. Exemplo: o número 26 tornou-se um número divino para os judeus. YAHWEH (Y + H + W + H = 10 + 5 + 6 + 5 = 26).

O número 666 refere-se à besta do Apocalipse. O Espírito Emmanuel, em A Caminho da Luz (capítulo 14, página 128), dá-nos a seguinte explicação: o número 666 pode ser encontrado em: “VICARIVS GENERALIS DEL IN TERRIS”, “VICARIVS FILII DEI” e "DVX CLERI" que significam "Vigário-Geral de Deus na Terra", "Vigário do Filho de Deus" e “Príncipe do Clero". Somando os algarismos romanos encontrados em cada título papal, obterá 666 em cada um deles.

O Espírito Emmanuel, na pergunta 142 de O Consolador, deixa claro que números, à semelhança do sábado para Cristo, foram feitos para os homens, porém, os homens não foram criados para os números. Diz, também, que a astrologia e cartomancia têm sua importância relativa, contudo o Evangelho solicita o nosso esforço pessoal para a resolução dos problemas atinentes à nossa evolução espiritual, e caso tenhamos nascido num dia aziago, isso deve ser motivo para nos aplicarmos ainda mais, com mais determinação.




16 janeiro 2019

Ciências e Espiritismo

Quem precisa de quem? É o Espiritismo que precisa da ciência ou a ciência que precisa do Espiritismo? O Espírito Emmanuel, na pergunta 1 de O Consolador, esclarece-nos que, embora a necessidade não seja absoluta, a ciência é sempre útil. Na realidade, a ciência é que tem necessidade do Espiritismo, cuja finalidade é a iluminação dos sentimentos morais das criaturas. Neste livro, psicografado por Francisco Cândido Xavier, Emmanuel faz uma análise das ciências fundamentais: a Química, a Física, a Biologia, a Psicologia e a Sociologia.

A Química e a Física, catalogadas como ciência material, estudam a ação íntima dos corpos, suas relações entre si e as suas propriedades. A Psicologia e a Sociologia, representando a tábua da conquista da ciência intelectual, examinam os sentimentos e os problemas sociais. A Biologia é ciência da vida em suas profundezas, revelando a transcendência da origem — o Espírito, o Verbo Divino.

Anotemos algumas das questões para reflexão e análise.

Existe uma lei de progresso para a individuação química (Pergunta 7)?

Como a lei de evolução é universal, as individuações químicas possuem igualmente a sua rota para as primeiras expressões anímicas. Posteriormente, a química biológica torna-se o novo ciclo vital.

Como entender o "nada se cria, nada se perde" dos químicos (Pergunta 11)?

O espírito humano não cria a vida, o fluido vital. No entanto, todas as substâncias se transformam na evolução para mais alto.

A substância é igual em todos os mundos? Como compreender a revelação dos espectroscópios (Pergunta 22)?

O que se encontra no todo, existe igualmente nas partes. Contudo, como a Terra é um planeta muito singelo, o espectroscópio carece de propriedades para revelar tudo o que existe em outros mundos.

Há órgãos no corpo espiritual (Pergunta 30)?

O corpo físico é uma exteriorização aproximada do corpo perispiritual, exteriorização essa que se subordina aos imperativos da matéria mais grosseira.

A fecundidade e a esterilidade são provas (Pergunta 40)?

No aspecto material, sim. A esterilidade não existe para o espírito que, na Terra, ou fora dela, pode ser fecundo em obras de beleza, de aperfeiçoamento e de redenção.

A psicologia freudiana representa um traço de aproximação entre a Psicologia e o Espiritismo (Pergunta 45)?

Os preconceitos científicos, por enquanto, impossibilitam a aproximação legítima da Psicologia oficial e do Espiritismo. Somente com o Espiritismo poderão compreender que a zona oculta (subconsciência) é o arquivo das conquistas pretéritas do espírito.

Tem o Espiritismo um papel especial junto da sociologia (Pergunta 59)?

Como as conquistas da civilização se subvertem no extremismos, o Evangelho do Cristo, segundo a codificação espírita, esclarece os valores legítimos das criaturas.

Fonte de Consulta

XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. Rio de Janeiro: FEB, 1977.

Compilação: https://sites.google.com/view/temas-diversos-compilacao/ci%C3%AAncias-e-espiritismo

 

19 julho 2017

Emmanuel, Espírito

Emmanuel foi o Espírito iluminado, guia de Francisco Cândido Xavier, responsável perante a Hierarquia Espiritual que nos governa, por todo trabalho mediúnico que se inicia nas terras do Cruzeiro. A relação entre Emmanuel e Francisco Cândido Xavier vem de longa data. Em "Na Intimidade de Emmanuel", parte inicial do livro Há Dois Mil Anos, conta-se que os dois viveram juntos na época de Jesus (Emmanuel era Públio Lentulus; Chico, sua filha, Flávia Lentúlia). 

Quando solicitado a se identificar, alegou razões particulares, mas acabou afirmando ter sido padre católico desencarnado no Brasil. Deduz-se que tenha sido Padre Manoel da Nóbrega, grande Espírito que se devotou à nossa Pátria, sendo o primeiro missionário do Evangelho, o primeiro educador. Mais: na Wikepédia, há dez supostas reencarnações de Emmanuel. 

O encontro de Públio Lentulus com Jesus deu-se em circunstância especial. Sua esposa, Lívia, estivera nas pregações de Jesus. Em virtude da doença de sua filha, Flávia, e incentivada pela esposa, busca esse encontro em que mais ouve do que fala. Jesus diz: — "Senador, por que me procuras?"... Depois, — "Sim... Não venho buscar o homem de Estado, superficial e orgulhoso"..., mas atender às súplicas de tua mulher. (p. 85e 86 de Há Dois Mil Anos)

A importância de Emmanuel no desenvolvimento das ideias espíritas no Brasil é bastante significativa, pois produziu, por intermédio de Chico, as mais variadas páginas sobre os mais diversos assuntos. A tônica do Evangelho lhe dá um realce especial, principalmente nos comentários acerca das citações do Novo Testamento (Fonte VivaVinha de LuzPalavras da Vida Eterna etc.)

Reverenciemos esse nobre espírito e aprendamos com ele, nas suas fraquezas e na sua luta pelo progresso espiritual.

Fonte de Consulta

CAMPOS, Pedro de. Lentulus: Encarnações de Emmanuel. São Paulo: Lúmen, 2009.

TAVARES, Clóvis. Amor e Sabedoria de Emmanuel. Araras/SP: Ide, 2009. 




19 setembro 2012

Mecânica e Teoria Quântica

1Mecânica é a ciência que estuda os efeitos das forças sobre corpos ou fluidos em repouso ou em movimento. Mecânica quântica é a área da física que estuda a estrutura do átomo e o movimento das partículas atômicas. A mecânica quântica refere-se aos estudos mais amplos da quântica. A teoria quântica, proveniente dos estudos de Niels Bohr, é um termo mais estreito do que a mecânica quântica e demonstra como os átomos irradiam luz. (1)

2. A mecânica quântica pode ser assim compreendida: 1) no interior do átomo, os elétrons – minúsculas partículas de carga elétrica negativa – movem-se descrevendo órbitas em torno de um núcleo de carga positiva; 2) cada órbita quantificada tem um valor particular de energia; 3) esta órbita só pode modificar-se quando o átomo é perturbado. Quando uma força age sobre o átomo, o elétron pode saltar de uma órbita mais alta para uma mais baixa, liberando energia sob a forma de luz; 4) esta luz é liberada sob a forma de um pequeno feixe de energia denominado quantum ou fóton. A energia de um fóton corresponde à diferença de energia das duas órbitas entre as quais ocorreu o salto. (1)

3. Em épocas passadas, os cientistas acreditavam que a luz era uma onda, emitida como um fluxo contínuo. Na mecânica quântica, a luz é um jato de fótons separados, que têm, ao mesmo tempo, características de ondas e partículas.

4. O princípio da incerteza, estabelecido por Heisenberg, tem muita importância para o estudo da mecânica quântica. De acordo com este princípio, a posição e a velocidade de uma partícula não podem ser simultaneamente medidas com precisão.

5. O princípio da sobreposição é outro elemento capital para o entendimento da teoria quântica. Façamo-lo através de um exemplo: pegue um pedaço de giz e quebre-o em dois. Para a física clássica, um pedaço estaria “aqui”; o outro, “lá”. Substituamos o giz por um elétron. No mundo quântico, não há apenas estados de “aqui” e “lá”, mas uma vasta quantidade de outros estados que são misturas dessas possibilidades – um pouco “aqui” e outro tanto “lá”, todos juntos. (2, p. 35)

6. Não nos esqueçamos do experimento da fenda dupla. Este experimento se resume em se ter um bombardeador de elétrons que dispara um feixe contínuo de partículas. Essas partículas colidem com uma tela em que há duas fendas. Depois da tela com fendas, há uma tela de detecção que pode registrar a chegada dos elétrons. Este fenômeno é um exemplo da dualidade onda/partícula do elétron. Os elétrons que chegam um a um têm comportamento corpuscular; o padrão de interferência coletivo resultante é comportamento ondulatório. (2, p. 36)

7. Os estudos da física quântica podem ser aplicados em outros campos de interesse: 1)  lógica quântica. Na lógica clássica, havia a suposição do terceiro excluído. Se dissermos que João é ruivo e que ele se encontra em casa ou no bar, esperamos encontrá-lo num desses dois lugares. Não há meio termo entre “casa” e “não em casa”. Com a teoria quântica, que admite a sobreposição, podemos falar em lógica dos três valores: “verdadeiro”, “falso” e, ainda, a resposta probabilística do “talvez” (2, p. 51 e 52); 2) a computação quântica. A computação quântica leva em conta o princípio da sobreposição. A computação convencional está assentada na combinação de operações binárias (zero e um). Uma chave está ligada ou desligada. No mundo quântico, a chave poderia estar em um estado que é uma sobreposição dessas duas possibilidades clássicas. (2, p. 91 e 92)

8. Para complementarmos este assunto, valhamo-nos das explicações dadas pelo Espírito Emmanuel, em O Consolador (perguntas 15 a 26), em que afirma que a ciência poderá estabelecer as bases convencionais da matéria, mas não a base legítima, em sua origem divina. Acrescenta: “Sob a diretriz divina, a matéria produz força, a força gera o movimento, o movimento faz surgir o equilíbrio da atração e a atração se transforma em amor, identificando-se todos os planos da vida na mesma lei de unidade estabelecida no Universo pela sabedoria divina”. (3, pergunta 21)

Bibliografia Consultada

(1) Enciclopédia Delta Universal

(2) POLKINGHORNE, John. Teoria Quântica. Tradução de Iuri Abreu. Porto Alegre, RS: L&PM, 2011. (Coleção L&PM POCKET Encyclopaedia, v. 985)

3) XAVIER, F. C. O Consolador, pelo Espírito Emmanuel. 7. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1977.




03 agosto 2011

Excesso e Espiritismo

Nós, ao longo do tempo, fomos automatizando diversos hábitos e atitudes. Possivelmente, não percebemos a variedade dos comportamentos infelizes, que se transformaram em excessos de toda ordem. Um exemplo: parece que a nossa alimentação é saudável. De repente, fazemos um exame de sangue e percebemos que o colesterol está alto. Perguntamos: como foi possível? No que estou exagerando? O que parecia saudável já não o é mais.

Visualizemos o nosso guarda-roupa, a nossa despensa, a nossa biblioteca: quantas coisas há que nunca mais iremos usar? No campo moral, façamos as seguintes perguntas: qual o grau de preguiça e comodidade existente dentro de nós? Somos excessivamente maledicentes? Temos forte apego pelos nossos próprios pertences? No campo espiritual, estamos sendo demasiadamente precipitados? Já conseguimos perceber que o trabalho mediúnico mais fecundo exige tempo de maturação?

Aristóteles, na antiguidade, já nos alertava que quando houvesse excesso ou falta, a virtude deixava de existir. Para ele, a virtude implica a justa medida: é o caminho do meio. O excesso, isto é, o muito, e a falta, isto é, o muito pouco, são vícios. A virtude é a realização do justo equilíbrio, que sabe tomar a exata medida limitando-se nas duas direções do muito e do muito pouco. Observe o líquido que a cobra produz: na medida justa é remédio, cura; no excesso, é veneno, mata.

Em nosso dia a dia, acumulamos uma série de hábitos mentais, que vão se deplorando com o passar do tempo. O halterofilismo mental é o ponto inicial para a eliminação dos excessos. Dadas as nossas atividades materiais e espirituais, acabamos não tendo mais tempo para conversar com amigos e familiares. Ficamos demasiadamente presos dentro de nosso mundo interior, que não conseguimos mais ver um passo além. Muitas dessas atitudes podem nos levar ao estresse mental que se consubstancia na angústia, na depressão e na ansiedade.

O Espírito Emmanuel, comentando a passagem “Pois que aproveitaria ao homem ganhar o mundo todo e perder a sua alma?” — Jesus (Marcos, 8, 36), diz-nos que: 1) o apego ao supérfluo é introdução à loucura; 2) juntar abusivamente é motivo de aflição e inutilidade; 3) alimentos guardados, valores a caminho da podridão; 4) roupas em desuso, asilo de traças; 5) demasiados recursos amoedados, tentações para os descendentes. Em outras palavras, quando nos agarramos ao efêmero, ao transitório, estamos no campo da ilusão. Nesse caso, convém analisarmos todo o material que amontoamos. (Xavier, 1986, cap. 73)

Urge reconhecer que nu viemos e nu partiremos desta vida. Assim, uma só coisa é necessária: que amontoemos coisas sob o olhar complacente do nosso mestre Jesus. O apego costuma dificultar nossa entrada no mundo dos Espíritos. 

Fonte de Consulta

XAVIER, F. C. Palavras de Vida Eterna, pelo Espírito Emmanuel. 8. ed., Minas Gerais: CEC, 1986.

&&&

Ne Quid Nimis

(Em inglês, “nothing in excess” ["nada em excesso"])

A frase latina ne quid nimis mostra-nos o cuidado que devemos ter para com tudo o que fazemos. Observe o cupim: não notamos a sua atuação, mas as consequências aparecem, quer queiramos ou não. E nossa alimentação? Ingerimos, sem perceber, um volume acentuado de alimentos com alto teor de carbo-hidratos. O exame de sangue, contudo, irá acusar os níveis altos de colesterol e triglicerídeos.

Quantas palavras ocas proferimos para comunicar algo? Por que não usar as palavras certas no lugar certo? O que nos ensina a navalha de Ockham?  Ensina-nos que a melhor solução é aquela que apresenta a menor quantidade de premissas possíveis. Uma navalha filosófica é uma ferramenta usada para eliminar opções improváveis em determinada situação.

Que tal revisitar os nossos pertences e verificar o que pode ser descartado?

Constatação: o excesso de informação na Internet está diminuindo a nossa capacidade de memorização. 

A eliminação dos excessos, deixa-nos livres de cuidar, de limpar e de se apegar aos referidos objetos. 

No ódio, há um excesso de preocupação, pois nos tornamos reféns da pessoa que odiamos. E se forem muitos, a nossa liberdade está fatalmente comprometida.

Se com uma ou duas repreensões, a pessoa não se emendar, deixemos tudo por conta de Deus.

Quem corre em demasia para pegar o trem mostra que não tem controle sobre o seu tempo.  

&&&

A arte de subtrair pode ser entendida como a arte de remover o que é desnecessário. Baseia na ideia de que, muitas vezes, a simplicidade e a essencialidade são mais poderosas e eficazes do que a complexidade e a abundância. Ne quid nimis (nada em excesso) — sentença que os latinos adotaram dos gregos para indicar que todo o excesso é uma imperfeição — resume perfeitamente esta arte. 

“Somente acrescente se você puder subtrair” não significa necessariamente que haja necessidade de se desfazer de um livro, por exemplo, a cada novo que se adquiri. Essa é uma interpretação literal e simplista de um conceito mais profundo.

 

 

 

27 julho 2011

Ansiedade, Psicologia e Espiritismo

Ansiedade é um intenso mal-estar físico e psíquico, acompanhado de aflição e agonia. Figuradamente, desejo veemente e impaciente. Na Psicologia, a ansiedade pode variar de simples apreensão aos ataques de fobias, melancolia e síndrome de pânico. Pode-se dizer que é um estado de agitação motora e excitação intelectual, provocado por sentimentos de natureza penosa, que se revela por movimentos desordenados, mas pouco variados, indicando medo, angústia, desespero, pavor etc.

transtorno de ansiedade é um estado de ansiedade e apreensão contínua e irracional, algumas vezes desencadeando um medo agudo que chega ao pânico. As suas causas são todas as nossas apreensões do dia a dia. De uma lista de aproximadamente 40 itens (com pontuação de 0 a 100), a morte do cônjuge recebeu 100 pontos, o divórcio, 73, a separação conjugal, 65, a aposentadoria, 45.

Na concepção de Freud, a ansiedade é uma espécie de “sistema de alarme”, que nos previne do perigo quando certas ideias estão a ponto de alcançar a expressão consciente. Freud estabeleceu três tipos de ansiedade: moralreal e neurótica. A ansiedade moral decorre da censura do superego; a ansiedade real, pela percepção de um perigo que de fato existe; a ansiedade neurótica, expressa-se pelas fobias, medo persistente e irracional.

Os psicólogos desenvolveram alguns métodos com o propósito de ajudar os indivíduos a manterem a ansiedade sob controle, uma vez que ela, em pequenas doses, é bastante útil. Para tanto, falam-nos do relaxamento, das visualizações criativas, da reeducação do pensamento, da programação Neurolinguística, da hipnose etc.

O Espírito Emmanuel, no capitulo 8, de Pão Nosso, diz-nos que as ansiedades armam muitos crimes e jamais edificam algo de útil na Terra. Se o homem nascesse para andar ansioso, seria dizer que veio ao mundo, não na categoria de trabalhador em tarefa santificante, mas por desesperado sem remissão. Muitas ocasiões incitam-nos à ansiedade, porém pensemos com Pedro: “Lança as inquietudes sobre as tuas esperanças em Nosso Pai Celestial, porque o Divino Amor cogita do bem-estar de todos nós”.

O Centro Espírita é a Universidade da alma. Nele, podemos encontrar auxílio para qualquer tipo de dor. Suponha que a ansiedade seja acompanhada por influência de Espíritos imperfeitos. Nesse caso, o diálogo com essas entidades pode afastá-la do nosso convívio e nos dar calma para o nosso dia a dia. As palestras evangélicas, os passes e os cursos de Espiritismo são outros tantos alimentos para modificar os nossos reflexos condicionados infelizes.

Os estímulos psicológicos e as orientações dos Espíritos superiores ajudam sobremaneira o controle da ansiedade. Contudo, o trabalho maior compete a nós mesmos, pois temos de “lutar-ou-fugir”.

Fonte de Consulta

GRANDE ENCICLOPÉDIA PORTUGUESA E BRASILEIRA. Lisboa/Rio de Janeiro: Editorial Enciclopédia, [s.d. p.].

SHEEHAN, Elaine. Ansiedade, Fobias e Síndrome do Pânico: Esclarecendo as suas Dúvidas. Tradução de ZLF Assessoria Editorial. São Paulo: Ágora, 2000. (Guias Ágora)

OUZA, Irene Sales de (org.). Dicionário de Psicologia Prática. Rio de Janeiro: Esparsa, s.d.p.

XAVIER, F. C. Pão Nosso, pelo Espírito Emmanuel. 5. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1977.

Compilaçãohttps://sites.google.com/view/temas-diversos-compilacao/ansiedade-psicologia-e-espiritismo










10 junho 2009

Nascimento de Jesus

A origem de Jesus, o Messias, foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu marido, era justo. Não queria denunciar Maria, e pensava em deixá-la, sem ninguém saber. Enquanto José pensava nisso, o Anjo do Senhor lhe apareceu em sonho, e disse: "José, filho de Davi, não tenha medo de receber Maria como esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e você lhe dará o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados". Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: "Vejam: a virgem conceberá, e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que quer dizer: Deus está conosco". Quando acordou, José fez conforme o Anjo do Senhor havia mandado: levou Maria para casa, e, sem ter relações com ela, Maria deu à luz um filho. E José deu a ele o nome de Jesus. (Mateus, 18, 24)

Os evangelistas Mateus e Lucas afirmam que Maria concebeu Jesus sem a intervenção de varão: o que nela foi concebido veio do Espírito Santo. O fato de Jesus, na Cruz, entregar sua Mãe aos cuidados de João supõe que a Virgem não tinha outros filhos. Os evangelhos, entretanto, mencionam em certos trechos os irmãos de Jesus. Como se explica? É que o termo irmãos, em hebraico, significa parentes próximos. Outra hipótese seria supor que José tivesse filhos de um matrimônio anterior. Também podemos considerar que o termo irmãos foi usado no sentido de membro do grupo de crentes, tal como é comum no Novo Testamento.

Sobre a virgindade de Maria. Fisicamente, é impossível derrogar a lei natural da reprodução, no caso, sexuada. Espiritualmente, é possível conceber a virgindade de Maria em termos dos pensamentos, das palavras e dos seus atos. Podemos dizer que foi um Espírito de alta hierarquia espiritual, que tomou como missão servir de vaso ao nascimento daquele que iria ser o salvador do mundo.

Diz-se que uma estrela apareceu aos magos que foram adorar Jesus; que ela lhes ia à frente indicando-lhes o caminho e que se deteve quando eles chegaram. Allan Kardec, em A Gênese, afirma que aquela luz não podia ser uma estrela. É que na época, com poucos recursos astronômicos, eles acreditavam que pontos luminosos fossem estrelas. Acrescenta: "Entretanto, por não ter como causa a que lhe atribuíram, não deixa de ser possível o fato da aparição de uma luz com o aspecto de uma estrela. Um Espírito pode aparecer sob a forma luminosa, ou transformar uma parte de seu fluido perispirítico em foco luminoso. Muitos fatos desse gênero, modernos e perfeitamente autênticos, não procedem de outra causa, que nada apresenta de sobrenatural". (1975, cap. 15, p. 312)

Jesus foi um agênere? Pelo fato de Jesus ter nascido de uma virgem, deduz-se também que o seu corpo não era carnal, mas fluídico. Isto, mais uma vez, contradiz a Lei Natural. Podemos entender que Jesus, sendo um Espírito bastante elevado, tinha o seu corpo formado daquilo que era de mais sutil do fluido cósmico universal do nosso globo terrestre.

Jesus e Cristo são a mesma pessoa? O demonstrativo "este Jesus" mostra que Jesus é um ser de carne, "nascido de uma mulher, nascido súdito da Lei" (Gal. 4,4). Surgiu numa data determinada, numa família humana, a de José, numa vila da Galiléia, chamada Nazaré. Contudo, Jesus é o nome empregado pelos evangelhos para designar Cristo e relatar a sua atividade. Aplicavam ao personagem concreto os títulos salvíficos e divinos, os de Senhor, de Cristo, de Salvador, de Filho de Deus, de Servo de Deus. Insistindo na divindade de Jesus, davam origem à Boa-Nova, ou seja, às mensagens para a regeneração da humanidade.

Como fazer Cristo nascer em nós? Os discípulos de Jesus, também denominados apóstolos, saíram para pregar a Boa-Nova, o anúncio do Reino de Deus. Depois deles, apareceram outros, como é caso de Paulo de Tarso, cognominado o apóstolo dos gentios. Presentemente, somos nós outros que devemos dar continuidade aos seus ensinamentos, consoante a mensagem de Emmanuel:

"Quando o Cristo designou os seus discípulos, como sendo a luz do mundo, assinalou-lhes tremenda responsabilidade na Terra.

A missão da luz é clarear caminhos, varrer sombras e salvar vidas, missão essa que se desenvolve, invariavelmente, à custa do combustível que lhe serve de base.

A chama da candeia gasta o óleo do pavio.

A iluminação elétrica consome força da usina.

E a claridade, seja do Sol ou do candelabro, é sempre mensagem de segurança e discernimento, reconforto e alegria, tranquilizando aqueles em torno dos quais resplandece.

Se nos compenetramos, pois, da lição do Cristo, interessados em acompanhá-lo, é indispensável a nossa disposição de doar as nossas forças na atividade incessante do bem, para que a Boa Nova brilhe na senda de redenção para todos.

Cristão sem espírito de sacrifício é lâmpada morta no santuário do Evangelho.

Busquemos o Senhor, oferecendo aos outros o melhor de nós mesmos.

Sigamo-lo, auxiliando indistintamente.

Não nos detenhamos em conflitos ou perquirições sem proveito.

"Vós sois a luz do mundo" ─, e a luz não argumenta, mas esclarece e socorre, ajuda e ilumina". (Xavier, s.d.p., cap. 105)

Bibliografia Consultada

KARDEC, A. A Gênese - Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo. 17. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1975.

XAVIER, F. C. Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel. Rio de Janeiro: FEB, [s.d.p.]