12 junho 2023

Joanna de Ângelis

De acordo com o livro A Veneranda Joanna de Ângelis, pelos médiuns Celeste Santos e Divaldo Pereira Franco, Joanna de Ângelis teve as seguintes vivências passadas, a saber: Joana de Cusa, uma discípula de Francisco de Assis, Sóror Juana Inés de la Cruz e Joana Angélica de Jesus.

Joana de Cusa. Segundo Humberto de Campos, viveu na época de Jesus, e morreu queimada por ser fiel ao mestre Jesus.

Discípula de Francisco de Assis. Quando Francisco de Assis reorganiza o "Exército de Amor do Rei Galileu", ela se candidata a viver com ele a simplicidade do Evangelho de Jesus.

Sóror Juana Inés de la Cruz. Essa existência deu-se no México. Desde criança dedicou-se às letras. Em dado momento de sua vida, aos 16 anos de idade, entra no convento Carmelitas Descalças. Depois, transferiu-se para ordem de São Jerônimo da Conceição, onde tomou o nome de SÓROR JUANA INÉS DE LA CRUZ.

Joana Angélica de Jesus. Reencarna no Brasil e, aos 21 anos de idade, ingressa no Convento da Lapa, como franciscana, com o nome de SÓROR JOANA ANGÉLICA DE JESUS. Foi assassinada por soldados que lutavam contra a Independência do Brasil.

Joanna na espiritualidade. Na metade do século passado, Joanna de Ângelis integrou a equipe do Espírito de Verdade, para o trabalho de implantação do Cristianismo redivivo, do Consolador prometido por Jesus. No mundo Espiritual, Joanna estagia numa bonita região, próxima da Crosta terrestre.

Mansão do Caminho. Foi um planejamento dos Espíritos de luz, no sentido de ajudar muitos Espíritos enfermos que nasceriam órfãos. Por que Mansão do Caminho? É uma semelhança com a “Casa do Caminho” dos primeiros tempos do cristianismo.

Fonte de Consulta

SANTOS, Celeste e FRANCO, Divaldo Pereira. A Veneranda Joanna de Angelis.

Compilaçãohttps://sites.google.com/view/temas-diversos-compilacao/joanna-de-%C3%A2ngelis


Gênese Mosaica

Os seis dias da criação podem ser retratados da seguinte forma: no primeiro dia, Deus criou o céu e a terra; no segundo dia, a separação das águas que estão sob o firmamento das que estão embaixo; no terceiro dia, as águas que estão sob o firmamento se ajuntam; o elemento árido aparece; a terra e os mares; as plantas; no quarto dia, o Sol, a Lua e as estrelas; no quinto dia, os peixes e os pássaros; no sexto dia, os animais terrestres. O homem.

A ciência entende os seis dias como se fossem seis períodos, ou seja, o primeiro dia corresponderia ao período astronômico, o segundo dia, ao período primário; o terceiro dia, ao período de transição; o quarto dia, ao período secundário; o quinto dia, ao período terciário [dilúvio]; o sexto dia, ao período quaternário [pós-diluviano].

Na comparação entre ciência e Bíblia, Allan Kardec diz que os períodos geológicos não correspondem rigorosamente aos dias da criação. Em se tratando da sucessão dos seres orgânicos, é bem próxima, principalmente quando coloca o homem em último lugar. Igualmente há coincidência, não com a ordem numérica dos períodos, mas com o fato, na passagem onde se diz que, no terceiro dia, "as águas que estão sob o céu se juntaram num só lugar, e o elemento árido apareceu".

Allan Kardec analisa, também, neste capítulo, os erros cometidos por Moisés. Diz que para compreender certas partes do Gênese, necessariamente será preciso colocar-se no ponto de vista das ideias cosmogônicas do tempo da qual é o reflexo. Um dos pontos principais é se a luz surgiu antes do Sol. Explica-nos que o Sol não é o princípio da luz universal. O Sol é a causa da luz que espalha, porém é o efeito em relação à que recebeu.

Sobre a afirmação de que Deus formou o homem com o limo da Terra, Moisés tem razão, pois o corpo do homem é composto de elementos hauridos na matéria inorgânica, o que de outro modo se diz, do limo da terra.

Sobre a afirmação de a mulher ser formada da costela de Adão, Allan Kardec complementa que essa alegoria pueril tem um sentido profundo, ou seja, mostrar que o homem e a mulher são da mesma natureza, iguais perante Deus, e não uma criatura à parte, feita para ser usada como escrava e tratada como se fosse uma pária.

Perda do paraíso. Adão não é um homem, mas a personificação da humanidade. Esta passagem diz respeito à progressão dos mundos. Logo que um mundo tem chegado a um de seus períodos de transformação, a fim de ascender na hierarquia dos mundos, operam-se mutações na sua população encarnada e desencarnada. É quando se dão as grandes emigrações e imigrações.

Fonte de Consulta

KARDEC, A. A Gênese (Capítulo XII — "Gênese Mosaica — Os seis dias... Perda do paraíso")

Compilaçãohttps://sites.google.com/view/temas-diversos-compilacao/g%C3%AAnese-mosaica


09 junho 2023

Cérebro e Mente

cérebro é apenas uma parte do sistema nervoso central — embora seja a mais complexa. Consiste de uma massa de tecidos nervosos que ocupa a maior parte do crânio e que desempenha, entre outras funções, a do raciocínio e a da linguagem. Mente é a potência intelectual da alma. É um fenômeno complexo que se associa ao pensamento. É uma faculdade do cérebro que permite ao ser humano compilar informação, analisá-la e extrair conclusões.

Buscando novos conhecimentos sobre o cérebro e a mente, deparamo-nos com o livro de Paolo Nichelli, com esse mesmo título, em que, como neurologista, utiliza a sua experiência no ramo, revelando vários casos de pessoas que passaram pelo seu consultório. Revela que o conhecimento adquirido sobre o cérebro e sua relação com a mente é fruto das anomalias que pessoas tiveram.

A título de exemplo, eis algumas ideias extraídas desse livro:

Nos últimos 25 anos, a ressonância magnética funcional desempenhou um papel de liderança. Baseia-se no registro das variações de oxigenação cerebral em resposta a diferentes tipos de estímulos. Pressupõe-se que o aumento local na demanda de oxigênio reflita o aumento na atividade das células nervosas.

Quanto ao cérebro de uma pessoa cega, diz que a visão não é necessária para “enxergar” o mundo, para formar uma representação efetiva do que nos cerca. Nesse sentido, a percepção pode, em parte, ser independente da estimulação visual.

Em outra parte do livro, explica-nos como as expectativas são formadas. Os registros inseridos em nossa memória funcionam como um banco de dados para ações futuras. A dor que o nosso vizinho sente entra em conexão com aquilo que já sentimos antes e podemos nos solidarizar com ele.

Para que o cérebro esteja sempre leve, plástico e maleável, ele precisa de novidade, dificuldade, regularidade e, também, de bons alimentos. Pense em algo rotineiro: que tipo de sensação advém? Que tal coisa é simples; que somos levados a ajustar nosso comportamento ao mais prático, àquilo que não exige muito esforço. A coisa difícil requer mais tempo, mais dedicação do intelecto, do pensamento.

O cérebro não tem necessidade de muita informação. Para ele, o que vale é a justa medida, aquela que fornece matéria prima para o seu dono, o espírito, se expressar. O cérebro é um meio, uma ferramenta de trabalho, por onde o Espírito se comunica, entra em contato com os demais seres humanos. Um cérebro oco, sem conteúdo, comunicará nada mais do que a aquilo que possui em si mesmo, que são os pensamentos superficiais, pensamentos fracos ou inautênticos, como diriam os filósofos.

Mais:

Como podemos interpretar a frase “mente sã em corpo são”? Na mente, temos os processos e atividades que, na sua maioria, são de caráter cognitivo; no corpo, as condições, os meios para ela se expressar, principalmente por meio do cérebro. Cuidar bem do cérebro ajuda enormemente a manifestação de nossa mente. 

Como relacionar cérebro e mediunidade? Quanto mais recheado for o cérebro, os Espíritos comunicantes terão mais material para poderem se expressar.

Fonte de Consulta

NICHELLI, Paolo. O Cérebro e a Mente. Tradução de Raquel Tonini Schneider. São Paulo: Edições Loyola, 2023.

 

07 junho 2023

Educa - Lição 30 de "Fonte Viva"

 “Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” — Paulo. (1 CORÍNTIOS, 3.16)

O Espírito Emmanuel comentando este versículo do Novo Testamento, ensina-nos que:

Na semente minúscula, encontramos o tronco benfeitor; no coração da terra, as melodias da fonte; no bloco de pedra, as obras-primas de grande valor.

Contudo, o pomar reclama esforço ativo, a corrente cristalina pede aquedutos e a joia de escultura pede milagres do buril.

Fazendo uma analogia com o Espírito, diz que o Espírito traz consigo o “gene” da Divindade.

Acrescenta que Deus está em nós, quanto estamos em Deus. No entanto, para que a luz divina se destaque da treva humana, há um longo caminho de burilamento a percorrer.

Assim, somente o coração enobrecido pode vazar o heroísmo santificante, apenas o cérebro cultivado pode produzir iluminadas formas de pensamento, só a grandeza espiritual consegue gerar a palavra equilibrada.

Salienta, também, a função nobre da dor e do trabalho, que são os artistas celestes de nosso acrisolamento.

Dessa maneira, ao educar transformamos a irracionalidade em inteligência, a inteligência em humanidade e a humanidade em angelitude. Daí, então, o paraíso na Terra.



06 junho 2023

São Francisco de Assis

“Como pode haver tanta injustiça, tanto luxo, ao lado de tanta pobreza?”.

Seu lema: Não queria seguidores, somente viver sua vida austera e evangelizar.

São Francisco de Assis (1182-1226), religioso italiano e fundador da Ordem dos Franciscanos, filho de um rico comerciante, que fez votos de pobreza. Foi canonizado pelo papa Gregório IX dois anos depois de sua morte. É um santo venerado pela Igreja Católica como o padroeiro dos animais e do meio ambiente.

A sua conversão se deu da seguinte forma:

Quando em 1206, orava na Capela, ouviu de Deus as seguintes palavras: "Vá, Francisco, e restaure a Minha Casa!". Imaginando tratar-se de reconstruir a Capela, voltou para casa, vendeu boa parte dos tecidos do pai e entregou-se ao serviço de Deus e dos miseráveis.

Depois de algum tempo, refez esta compreensão inicial. Como vivia na opulência, deveria restaurar a igreja como instituição. A partir daí, fez votos de pobreza e começou a pregar a doutrina de Cristo.

Em suas pregações, extraia palavras das Escrituras Sagradas, empolgando a plateia que o assistia.

Importa salientar que Francisco de Assis, conhecido por sua vida de simplicidade e pobreza, dedicada à busca da paz e ao serviço aos outros, no sentido de viver em comunhão com a natureza e os pobres, foi um exemplo vivo da prática do evangelho de Jesus Cristo.

Deixou-nos esta prece, conhecida como a prece de São Francisco

Senhor, fazei-me instrumento da vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido;
amar que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
É perdoando que se é perdoado
E é morrendo que se vive para a vida eterna!

Fonte de Consulta

https://www.ebiografia.com/sao_francisco_de_assis/