15 janeiro 2019

Riqueza e Pobreza

RiquezaEm sentido lato é tudo quanto pode satisfazer uma necessidade ou um desejo. Em sentido restrito, são os bens ou riquezas, que têm um valor econômico, que são, por isso, chamados de bens econômicos. Pobreza. Pessoa que não tem condições básicas para garantir a sua sobrevivência com qualidade de vida e dignidade.

A questão da riqueza e da pobreza, ventilada por muitos pensadores, nunca teve uma solução satisfatória. Por que razão? Porque carecem de uma visão mais ampla, em que se leve em conta a lei da reencarnação. Há explicações paliativas sobre a possível igualdade absoluta, como por exemplo, que a igualdade absoluta só existiria se todos fossem semelhantes e precisassem da mesma quantidade de renda.

Pensando apenas na vida atual, a riqueza e a pobreza têm solução pífia. Em termos matemáticos, a riqueza igualmente repartida daria para cada um uma parte mínima e insuficiente; que, supondo-se essa repartição feita, o equilíbrio estaria rompido em pouco tempo, pela diversidade de caracteres e das aptidões.O princípio da reencarnação, adotado pelo Espiritismo, é a base para entendermos as questões das desigualdades de riqueza e sociais. A reencarnação mostra a justiça divina. No que tange à riqueza, todos passaremos por ela, quer seja nesta vida ou em outras. 

Deus criou todos os Espíritos iguais, mas cada um viveu mais ou menos tempo e por conseguinte realizou mais ou menos aquisições; a diferença está no grau de experiência e na vontade, que é o livre-arbítrio: daí decorre que uns se aperfeiçoam mais rapidamente, o que lhe dá aptidões diversas. Como os mundos são solidários, a mistura de aptidões é necessária para a evolução da Humanidade: o que um não faz, o outro faz, e é assim que cada um tem a sua função útil.

Ainda: a riqueza não é um mal em si mesma porque, em boas mãos, ela pode promover o desenvolvimento da indústria e do comércio, propiciando melhores condições de vida para os habitantes de uma dada região.

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