"Se Deus é por nós, quem será contra nós?”
O ano que se inicia
— 2026 —, como todos os anos, é um marco simbólico em que refletimos sobre o que
fizemos no ano anterior, no caso, 2025, e o que projetamos para 2026. Pode-se
falar de um ritual de renovação. Embora muitos dos nossos propósitos não serão atingidos,
serve como um ponto de apoio à nossa mente.
Algumas ideias associadas ao Ano-Novo: 1) renovação e esperança — sentimento de
um futuro aberto; 2) planejamento e metas — nossas perspectivas materiais e
espirituais; 3) convivência e celebração — rituais, festas e tradições reforçam
vínculos e a sensação de pertencimento; 4) simbolismo cultural — cada cultura
tem costumes próprios (cores, alimentos, rituais, superstições) que expressam
desejos de prosperidade e proteção.
Aproveitando o ensejo,
podemos esperar um ano repleto de realizações efetivas para o engrandecimento
do nosso Espírito imortal. Que os bons Espíritos — nossos guias protetores —
possam, à semelhança de Sócrates, nos advertir daquilo que não devemos fazer e
nos inspirar tudo aquilo que concorra para o cumprimento de nossos deveres particulares
e sociais.
Peçamos forças para
tolerar todos aqueles que estiverem em nosso caminho e que nos ajudam com suas observações
e repreensões. Os desígnios de Deus a ele pertencem. Não
queiramos ir além daquilo que nos foi facultado saber. Convençamo-nos de que
tudo tem sua razão de ser. O acaso não existe.
Tudo começa e
termina em nós mesmos. Embora caminhando só, sejamos solidários, principalmente
com aqueles irmãos nossos que não pensam pela nossa cabeça. Incluamos necessariamente
os nossos parentes mais próximos, tais como, pais, mães, filhos, netos, genros,
entre outros.
Lembremo-nos de que
só o bem é real. O mal — por pior que seja — tem por ideal o bem.